15 de mai. de 2012

The Sound - Sense of Purpose





Sense of Purpose

Look in my eyes
See the lust and the love
Look in my eyes
When I'm talking to you
I'll take my life
Into my own hands
I'm the one that I will blame
I'm the one that understands

What are we going to do?

While we still got the strength to move
What are we going to do?
I'm asking, I'm asking you

A call to arms, a call to use arms

A call to brains, a call to use some brains
A call to the heart, a call to have a heart
To have a sense of purpose again

Are we where we want to be

All wrapped up in our safety?
Comfort and complacency
It hurts me, it hurts me so

What are we going to do?

While we still got the strength to move
What are we going to do?
I'm asking, I'm asking you


Ruídos estranhos registados um pouco por todo o globo - alguns bem semelhantes ao som do Tripod do War of The Worlds (Blue Beam?)



10 de mai. de 2012

Acordei com uma mandala!

Adormeci a ouvir o Coast to Coast de ontem, com a participação do David Wilcock - e quando acordo tenho um vislumbre de uma mandala laranja, linda, com uns caracteres no centro - de todas as mandalas que pesquisei, esta é a mais semelhante à do sonho... Não sei se terá sido por ele ter mencionado uma mandala que foi gravada no leito seco dum lago de Oregon; no entanto, nenhuma das mandalas que vi é tão bela como a mandala do meu sonho...

9 de mai. de 2012

Excerto de "Intimidade", de Osho

"Não vou dizer que a sua vida deveria ser um livro aberto. Alguns capítulos abertos, tudo bem. E alguns capítulos totalmente fechados, um mistério total. Se todo o seu livro estiver aberto, vocé será unicamente o dia sem noite, verão sem inverno. Onde poderá descansar, concentrar-se e procurar refúgio? Para onde poderá ir quando o mundo se tornar insuportável? Onde ir para orar e meditar? Não, metade de cada é perfeito. Deixe uma metade do seu livro aberta - aberta a toda a gente, à disposição de toda a gente - e deixe que a outra metade do seu livro seja tão secreta que só alguns raros convidados possam ter acesso. Só muito raramente será permitido que entrem no seu templo. É assim que deverá ser. Se houver uma multidão a entrar e a sair, então o templo deixará de ser um templo. Poderá ser uma sala de espera num aeroporto, mas não poderá ser um templo. Só raramente, muito raramente, deixe que alguém entre no seu eu. É isso que é o amor.
Temos sempre vivido com os outros. Apartir do momento em que a criança deixa o ventre materno, nunca está sozinha - está com a mãe, com a família, com os amigos, com as pessoas. O círculo dos conhecidos, das amizades, das relações vai-se alargando e à sua volta junta-se uma multidão. É a isso que chamamos vida. E quantas mais pessoas houver na sua vida, mais você julga que tem uma vida cheia.
Quando começa a interiorizar-se, todos esses rostos começam a devanecer-se, toda essa multidão se dispersa. Terá de dizer adeus a toda a gente: até aos seus amigos mais íntimos, ao seu amante, terá de dizer adeus. Chega um momento em que nem sequer o seu amante poderá estar consigo. Esse é o momento em que você volta a entrar no mesmo espaço, como se estivesse no ventre da sua mãe. Mas nessa altura não conhecia a multidão e por isso nunca se sentia sozinho. A criança sente-se perfeitamente feliz no ventre da mãe, porque não existe comparação, tudo é alegria. E como não conhece o outro, não pode sentir-se triste ou só - não tem qualquer ideia. Esta é a única realidade que a criança conhece.
Mas agora você conhece a multidão, as relações, as alegrias e as misérias das relações, e ambas estão presentes. Ao interiorizar-se, o mundo começa a desaparecer, torna-se como um eco, e em breve até o eco desaparece e a pessoa sente-se completamente perdida. Mas isso não passa de uma interpretação. Se conseguir continuar ainda mais um pouco, encontrar-se-á a si próprio de repente - pela primeira vez encontrar-se-á a si próprio. Depois terá uma surpresa: você andava perdido na multidão; agora já não está perdido. Andava perdido na selva das relações e agora voltou para casa. E depois pode novamente regressar ao mundo, mas nunca mais será o mesmo.
Relacionar-se-á, mas ficará independente; amará, mas o seu amor não será uma necessidade; amará, mas não possuírá nem será ciumento. E o amor é divino quando está isento de sentimentos de ciúme e de posse. Você estará com as pessoas. De facto, só então estará com as pessoas pelo que você é; então pode estar com as pessoas. Primeiro, não estava, pelo que qualquer ideia de estar com as pessoas era puramente ilusória, uma espécie de sonho.
A menos que assim seja, como pode você relacionar-se e estar com o outro? É unicamente uma ficção que nós criamos; é uma ilusão.
A menos que esteja centrado, a menos que saiba quem você é, não pode relacionar-se verdadeiramente. Todo o relacionamento que continua sem o autoconhecimento é apenas uma ilusão. O outro pensa que está a relacionar-se consigo, você pensa que está a relacionar-se com ele; nem você se conhece a si próprio nem o outro se conhece a si próprio. Então que é que se relaciona com quem? Não há ninguém! Apenas duas sombras a brincarem. E ambos são sombras, pelo que não há substãncia no relacionamento. É isso que vejo constantemente: as pessoas relacionam-se, mas não há nada de substancial. Relacionam-se porque têm medo de, se não se relacionarem, cair na solidão e de se sentirem perdidas, por isso saltam para uma nova relação. Qualquer tipo de relacionamento é melhor do que nenhum relacionamento; é bom, nem que seja uma inimizade; pelo menos a pessoa sente-se ocupada. O seu suposto amor não é mais do que uma espécie de inimizade, uma maneira delicada de lutar, de se debater, de dominar, uma maneira civilizada de se torturar um ao outro, de discutir.
Portanto, você tem de entrar nesse espaço. Ganhe coragem e entre nele. Mesmo que pareça muito triste e muito solitário, não há nada a temer; temos de pagar esse preço. E uma vez alcançada essa fonte, tudo mudará completamente e sairá de lá como um indivíduo. Essa é a diferença que faço entre um indivíduo e uma pessoa: uma pessoa é um fenómeno falso, um indivíduo é uma realidade. As pessoas, as personalidades, são máscaras, são sombras; a individualidade é substância, é realidade. E só os indivíduos se podem relacionar, podem amar - as pessoas podem unicamente brincar.
O amor é um estado de consciência em que você se sente exultante, em que há uma dança em todo o seu ser. Algo começa a vibrar, a irradiar, apartir do seu centro; algo começa a pulsar à sua volta. E começa a atingir as pessoas: pode atingir as mulheres, pode atingir os homens, pode atingir as rochas e as árvores e as estrelas.
Quando me refiro ao amor, refiro-me a esse amor: um amor que não é um relacionamento mas sim um estado do ser. O relacionamento é apenas um aspecto muito menor do amor. Mas a ideia que você faz do amor é basicamente a do relacionamento, como se isso fosse tudo.
O relacionamento só é necessário porque você não consegue estar sozinho, porque não é ainda capaz de meditar. Daí que a meditação seja imprescindível antes de poder amar realmente. Uma pessoa deveria ser capaz de estar sozinha, completamente sozinha, e apesar disso ser imensamente afortunada. Então poderá amar. Então o amor deixa de ser uma necessidade e passa a ser uma partilha. Não se fica dependente daquele que se ama.
Mas o que geralmente acontece no mundo é o seguinte: você não tem amor, a pessoa que você pensa amar também não tem amor no seu ser, e ambos se encontram a pedir amor um ao outro. Dois pedintes a pedirem um ao outro! Daí as guerras, os conflitos, as disputas constantes entre os amantes - sobre coisas banais, irrelevantes, estúpidas! A disputa básica é o marido a pensar que não recebe aquilo a que tem direito e a mulher a pensar que não recebe aquilo a que tem direito. A mulher a pensar que está a ser enganada e o marido a pensar que está a ser enganado. Onde está o amor? Ninguém se preocupa em dar, toda a gente quer receber. E quando todos correm atrás do receber, ninguém recebe. E todos se sentem perdidos, vazios, tensos.
O que falta é o alicerce básico, você começou a construír o templo sem os alicerces. E ele vai cair, vai-se desmoronar a qualquer instante. E você bem sabe quantas vezes o seu amor ruíu e no entanto, continua a fazer as mesmas coisas vezes sem conta. Quanta ignorância... Não vê o que tem andado a fazer à sua vida e à vida dos outros. Continua a repetir o mesmo padrão, como um robot, sabendo perfeitamente que já fez as mesmas coisas antes. E sabe quais foram os resultados, e bem no fundo sabe que tudo acontecerá da mesma maneira - porque não há qualquer diferença. Está a preparar-se para a mesma conclusão, para o mesmo colapso.
Se tiver de aprender alguma coisa com os fracassos do amor, então que seja como se tornar mais consciente, mais meditativo. E por meditação entendo a capacidade de se sentir ditoso sozinho. Muito poucas pessoas são capazes de se sentir ditosas sem qualquer razão especial - simplesmente sentarem-se caladas e ditosas! Os outros julgá-las-ão doidas, porque a ideia de felicidade é que ela tem de nos vir apartir de outra pessoa. Você conhece uma mulher bonita e sente-se feliz ou conhece um belo homem e sente-se feliz. Mas ficar silencioso no seu quarto e sentir-se tão ditoso, tão feliz? Não deve regular muito bem! As pessoas pensarão que estará drogado, com uma pedrada. Sim, é verdade, a meditação é o LSD primário, é libertar os seus poderes psicadélicos. É libertar os seu próprio esplendor prisioneiro. E você fica tão feliz, nasce em si uma tal festa que não precisa de nenhum relacionamento. E contudo pode relacionar-se com as pessoas... e é essa a diferença entre relacionar-se e ter um relacionamento.
O relacionamento é uma coisa: você agarra-se a ele. Relacionar-se é um fluir, um movimento, um processo. Você conhece uma pessoa, é amável, porque tem muito amor para dar - e quanto mais der, mais tem, Esta é a estranha aritmética do amor: quanto mais se dá, mais se tem. O que vai exactamente contra as leis económicas que operam no mundo exterior. Se quiser ter mais amor e mais alegria, dê e compartilhe, depois compartilhe apenas. E ficará agradecido a quem quer que lhe permita compartilhar a sua alegria consigo. Mas não é um relacionamento; é uma corrente como a dum rio.
O rio passa ao lado duma árvore, cumprimentando-a, e alimenta a árvore, dá de beber à árvore... e continua em frente, continua a dançar. Não se agarra à árvore. E a árvore não lhe diz: "Onde é que tu vais? Somos casados! E antes de me deixares tens de obter o divórcio, ou pelo menos uma separação! E se tinhas de me deixar, porque é que andaste a dançar tão bem à minha volta? E, principalmente, porque é que me alimentaste?" Não, a árvore deixa cair as suas flores no rio em profunda gratidão e o rio continua em frente. E a árvore dá a sua fragrância ao vento.
Isto é relacionar-se. Se algum dia a humanidade crescer, amadurecer, será esta a maneira de amar: pessoas que se conhecem, que compartilham, que continuam o seu caminho, uma qualidade não possessiva, uma qualidade não dominadora. De outro modo, o amor torna-se uma corrida ao poder."

8 de mai. de 2012

Alguns membros da nossa elite governante que assistem discretamente às reuniões do clã Bilderberg (por que motivo ninguém fala sobre isto?)





Estou eu calmamente a ver um vídeo sobre o clã Bilderberg, quando me deparo com um grande plano de uma lista de participantes de 2009, e quem consta lá (minuto 1.11 - hein?!): José Pedro Aguiar-Branco, advogado, ex-ministro da defesa, militante do PSD (hum, e de que forma poderá manipular os seus pares, maçonaria, talvez?)... Fiquei levemente curiosa e fui tentar saber quem costuma representar a nossa elite governante nestas reuniões anuais - lista de representantes por Portugal em 2011 :Pinto Balsemão, é claro, não é surpresa para ninguém: pronto, temos grande parte dos media sob controle, directa ou indirectamente; António Nogueira Leite - um alto boy que saltita entre empresas como a Brisa, a CUF, a EFACEC, a Quimigal, a Soporcel, tendo sido também Presidente do Conselho de Administração da Bolsa de Valores, assim como exerceu funções no governo de 2000 como secretário de Estado do Tesouro e das Finanças; Clara Ferreira Alves, escritora - confesso que por esta não esperava, mas se pensarmos bem não é por aí surpreendente... Se não tiver assistido na qualidade de jornalista, é mais uma prova de que esquerda e direita não são mais do que uma ilusão para manter as massas ocupadas, iludidas e divididas... Veremos quem irá participar nesta reunião próxima, a 31 de maio, na Virgínia... Quanto ao teor do que é discutido, apesar de quase nada bazar para o público e haver muita especulação, podemos fazer uma vaga ideia com este breve discurso introdutório de Zbigniew Brzezinski no decorrer do Conselho das Relações Exteriores do ano de 2010, no Canadá:


7 de mai. de 2012

Alinhamento de 20 de maio - Terra, Lua, Sol, Pleiades, Centro da Galáxia, assim como um eclipse solar parcial - logo depois, a 6 de junho veremos o trânsito de Vénus face ao Sol (aproximam-se tempos interessantes...)

The The & Sinead O'Connor - Kingdom of Rain





 Kingdom of Rain

Tell me what you're thinking baby
Your heart's beating faster than mine
And I know something's going on in your life
In your life.. in your life
You were the girl I wanted to cry with
You were the girl I wanted to die with
And you were the boy who turned into the man
Broke my heart and let go off my hand
Our bed is empty, the fire is out
And all the love we've got to give has all spurted out
There's no more blood and no more pain
In our kingdom of rain
You think you know about life
You think you know about love
But when you put your hands inside me
It doesn't even feel like I'm being touched, and
You were the boy I wanted to cry with
You were the boy I wanted to die with
You've moved further from my side, year by year,
While still making love dutifully sincere
But as silent as the car lights that move across this room
As cold as our bodies silhouetted by the moon
And I would lie awake and wonder
Is it just me or this the way love is supposed to be?
Tell me what you told him baby
My heart's beating out of time with my mind
And I know something's going wrong in our lives
I just wanted somebody to caress, this damsel in distress
I just wanted somebody to undress, this damsel in distress
I just wanted somebody to bless, this damsel in distress
I just wanted somebody to possess, this young girl
Our bed is empty, the fire is out
And all the love we've got to give has all spurted out
There's no more blood and no more pain
In our kingdom of rain




5 de mai. de 2012

Brasil, Varginha, Minas Gerais, janeiro de 1996 - provávelmente um dos casos ufológicos mais testemunhados e documentados de sempre...




Varginha foi palco dum evento insólito no distante ano de 1996, em janeiro - um objecto com formato cilíndrico sobrevoou a pequena cidade e acabou por se despenhar, e logo a polícia militar, actuando conjuntamente com os bombeiros, tratou de recolher os destroços da queda e os ocupantes e/ou corpos existentes (o mais provável seria a NORAD ter estado a rastrear o objecto e, antecipando a sua trajectória, ter solicitado às autoridades brasileiras a remoção do mesmo); no entanto, e talvez devido à topografia do local, as autoridades não foram muito eficientes - vários alienígenas foram observados pelos moradores, nomeadamente pedreiros que iam para o trabalho e que prontamente atiraram pedras aos seres, assim como três meninas que iam para a escola - estas apanharam valente susto ao ver um ser em aparente sofrimento, junto a um muro, ser que julgaram tratar-se do demónio. Cerca de dez seres foram capturados pelos militares e corpo de bombeiros - o mais caricato de tudo é que todo este aparato foi seguido de perto por inúmeros populares, curiosos e espantados por tal evento acontecer na sua cidade pacata. O caso tem mais desenvolvimentos - um dos políciais, um jovem de 23 anos, aparentemente colocou um dos seres no seu colo, agindo sem qualquer tipo de protecção (luvas ou máscara) - uma semana depois estava morto, atacado por vários agentes bacteriológicos desconhecidos, e que actuaram directamente no seu sistema respiratório e ao nível dos rins. Os alienígenas foram transportados para um hospital local, um deles recebeu tratamento devido a um aparente deslocamento da anca - uma operação que deixou marcas psicológicas profundas no ortopedista que o tratou. Especula-se que mais tarde, os corpos dos alienígenas foram levados para uma universidade próxima (não se sabe como se deram os óbitos), autopsiados por um médico legista de nome, e levados então para os EUA. Mas a história não termina aqui - meses mais tarde, um outro ser foi visto junto ao jardim zoológico local, tendo-se dado nessa mesma altura diversas mortes estranhas de animais - é natural os animais em cativeiro morrerem, o caso é que os animais em causa num dia estão de plena saúde e no dia seguinte são encontrados mortos.



Dr Roger Leir, o cirurgião sobejamente conhecido por retirar implantes de diversas vítimas de abdução, conduziu uma extensa investigação ao caso, tendo mesmo escrito um livro sobre Varginha; relata o caso de forma muito minunciosa e pormenorizada a Art Bell, no seu talk-show:

Fotos super-lua de hoje (a máquina não é lá grande coisa, mas cá vão...)




Beastie Boys - Off the Grid (RIP Adam Yauch)

1 de mai. de 2012

Logotipo dos próximos jogos olímpicos do Verão - estranho, no mínimo...

Zion? A Celebração dos Sábios de Sião? Será pura coincidência o local dos jogos olímpicos, Londres, como sendo um dos centros nevrálgicos de poder? E se tudo isto fosse um simples acaso, por que motivo o Irão ameaça cancelar a sua participação devido precisamente a este logotipo? Devemos esperar algum tipo de "evento" fora do comum? Terão alguma razão os velhos do Restelo dos nossos dias?